11º Café Dançante tem show de dança de salão, gastronomia e animação
O salão do restaurante da sede social da APCEF-PR se transformou em um palco de performances de muito gingado e sintonia. No último sábado (22 de agosto), o 11º Café Dançante recebeu associados e convidados, em uma noite de ritmos, luzes e sabores.
Quem abriu a pista foi a associada Ellen Guimarães, que dançou zouk brasileiro com seu parceiro e, entre giros e movimentações com a cabeça, surpreendeu o público. Os alunos de dança de salão, do professor Clézio Dias, também demonstraram seu talento, trazendo o romantismo e a elegância do bolero à cena.
O buffet foi uma atração à parte. A mesa, com empadões, minipizzas, bolos, salgadinhos, sucos, café e outros itens do cardápio, caiu no gosto de participantes e ajudou a reforçar a energia para o “baile”.
Os donos da festa
O grande destaque da noite foram os associados. Sejam iniciantes em busca de aprendizado ou verdadeiros pés-de-valsa, eles se soltaram no salão. A animação ficou por conta do DJ Digão, que tocou de forró a flashback.
O casal Edson e Silvana Hanysz aproveitou o evento para colocar em prática uma de suas maiores paixões: a dança. Eles destacaram que a proposta do baile, por ser eventual, traz um clima e público especiais. “A gente consegue se soltar hoje, porque o ambiente é diferenciado. A organização é comprometida com a qualidade e o café, um atrativo a mais”, avaliou Silvana.
Embora brinque dizendo que no salão só sabe fazer o básico ‘dois pra lá, dois pra cá’, o casal tem preferências musicais ecléticas e dançou quase de tudo. Segundo Edson, que trabalha na agência da Caixa Nova Cajuru, o baile é a oportunidade para reencontrar colegas, fazer novas amizades e se desligar da rotina de metas do trabalho.
Os personal dancers da Escola André Pereira de Barros, presenças marcantes no evento, garantiram que ninguém ficasse parado, especialmente as mulheres. Aos 83 anos, Ivonete Maria Kramar foi uma das que aceitaram o convite e brilharam na pista. “Gosto de diversos ritmos, mas meus preferidos são valsa e baião. O espaço aqui é muito agradável e o evento me faz lembrar dos bailes que frequentava e de dançar com o rosto colado no ombro do parceiro”, relembrou.
O Café Dançante também serviu como ponte para aproximar gerações por meio da diversão. Mário Paulo Stroparo, que começou a fazer dança de salão na APCEF-PR, trouxe a filha Luana, de 20 anos, para aproveitar a noite. “É o primeiro Café do qual participo e achei a proposta excelente, pois o público é sob medida e o salão não fica cheio. Falei para a minha filha que haveria personal dancers e ela se animou na hora. Dançamos juntos e nos divertimos muito. Decidi fazer as aulas, porque a dança também beneficia a saúde neurológica ao nos desafiar a aprender novos passos”, avaliou Mário.
Para Luana, o evento foi a oportunidade para entrar no compasso e interagir com outras pessoas. “Adorei a ideia de contar com dançarinos na pista. Para quem ainda não domina a dança, como eu, é ótimo aprender com eles sem a necessidade de já vir com um parceiro fixo. A música e a dança têm justamente essa magia de conectar pessoas de diferentes idades”, destacou.
Ao longo da programação, Luana, Mário e todos os convidados entraram no ritmo no momento do flashback. A animação tomou conta do salão quando o grupo da Escola André Pereira de Barros contagiou o público, fazendo coreografias da era disco.

